Meu Deusss que absurdo... acho que todo mundo viu, né?
Genteee que mundo que estamos deixando pros nossos filhos?
Eu tirei esse texto do blog Acerto de Contas do dia 20/08.
“Sua cara não nega, negão”, disse segurança do Carrefour
A reportagem acima, do Jornal nacional, mostra a faceta de uma das piores doenças da nossa sociedade: o preconceito racial. A vítima: Januário Alves de Santana. Ele foi violentamente agredido por seguranças do supermercado Carrefour, em Osasco, na Grande São Paulo.
O homem aguardava no estacionamento, enquanto sua filha dormia no banco de trás do carro, quando foi confundido com um ladrão. Um segurança armado se aproximou intimidando Januário, e teve início uma briga entre os dois. Enquanto isso, outros seguranças chegaram e o levaram até uma sala, onde ele foi espancado.
Sem chances de dizer que aquele carro era seu, Januário foi sentenciado de imediato pelo segurança do Carrefour (metido a autoridade) e surrado covardemente.
Através de uma nota, o Carrefour declarou que “repudia qualquer forma de agressão ou desrespeito.” Disse ainda que irá “colaborar com a polícia e espera que os responsáveis sejam rigorosamente punidos.”
Nassif postou em seu blog um comentário de uma leitora dizendo que numa busca rápida no google (com as palavras-chave “carrefour polícia“), pode-se verificar que o curriculum do supermercado, nesse quesito, não é dos menores.
Diz, no post veiculado por Nassif:
2001 – Jacarepaguá, Rio de Janeiro: Seguranças do Carrefour entregam jovem negra suspeita de furto a traficantes da Cidade da Deus para ser torturada e morta. Polícia chega a tempo e impede execução.
2004 – São Paulo, Pinheiros: Três artistas do filme Cidade de Deus registram queixa na polícia contra o Carrefour por constrangimento ilegal, denúncia caluniosa e injúria racial.
2007 – São Paulo, Osasco: Carrefour chama polícia que reprime com viloência manifestação de funcionários no Centro de Distribuição do Carrefour.
2008 – Taguatinga: Carrefour é condenado a pagar indenização a cliente acusado injustamente de roubo.
Januário pretende entrar na Justiça, acusando o Carrefour de crime de racismo.
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